segunda-feira, 2 de setembro de 2013

NOSSO BLOGGER ESTÁ SENDO REATIVADO DEPOIS DE ALGUNS MESES SEM NOTICIAS.
VAMOS QUE VAMOS PRA CIMA DOS CORRUPTOS

domingo, 17 de março de 2013

SUSPENSOS


Suspensos os repasses do Programa Saúde da Família para 64 municípios maranhenses

 
Ao todo 64 municípios  maranhenses deixarão de receber a transferência de dinheiro por parte do Ministério da Saúde para os programas Saúde da Família e Saúde Bucal. Foi bloqueado também o pagamento de agentes comunitários de saúde que apresentaram duplicidade no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde.

Os municípios maranhenses estão entre os 479 em todo o Brasil que tiveram os repasses suspensos pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (4), por apresentar irregularidades no cadastro de profissionais no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES).

Os agentes quebraram a regra para cadastramento de profissionais de saúde. Eles são proibidos de acumular mais de dois cargos ou empregos públicos e de se cadastrar em mais de uma equipe do programa. Segundo o ministério, as equipes são responsáveis pelo acompanhamento de um número definido de famílias em uma comunidade; atuam na promoção da saúde, prevenção, recuperação e reabilitação de doenças, e na manutenção da saúde das comunidades.

Além dos 64 municípios do Maranhão, mais 415 cidades brasileiras apresentaram irregularidades. Elas estão divididas da seguinte forma: quatro do Acre, oito de Alagoas, cinco do Amazonas, um do Amapá, 75 da Bahia, 40 do Ceará, cinco do Espírito Santo, sete de Goiás, 62 de Minas Gerais, quatro de Mato Grosso do Sul, 12 de Mato Grosso, 19 do Pará, 22 da Paraíba, 35 de Pernambuco, 13 do Piauí, 20 do Paraná, nove do Rio de Janeiro, 15 do Rio Grande do Norte, um de Rondônia, dois de Roraima, 13 do Rio Grande do Sul, 13 de Santa Catarina, 13 de Sergipe, nove de São Paulo, e oito do Tocantins.


Veja a relação dos municípios maranhenses que tiveram os repasses suspensos:


Alcântara 
Altamira do Maranhão 
Araioses 
Axixá 
Bacabal
Bacabeira 
Bacuri 
Bacurituba 
Bela Vista do Maranhão 
Bom Jardim 
Cantanhede 
Capinzal do Norte 
Central do Maranhão 
Centro Novo do Maranhão 
Cidelândia 
Codó 
Coroatá
Cururupu 
Formosa da Serra Negra 
Fortuna 
Governador Archer 
Governador Nunes Freire 
Graça Aranha 
Grajaú 
Guimarães 
Igarapé do Meio 
Junco do Maranhão 
Lago Verde 
Matinha 
Milagres do Maranhão
Miranda do Norte 
Mirinzal 
Monção 
Olinda Nova do Maranhão
Paço do Lumiar 
Palmeirândia 
Pedreiras
Pedro do Rosário 
Penalva 
Peritoró 
Pindaré-Mirim 
Pinheiro 
Pirapemas 
Porto Franco 
Presidente Dutra 
Rosário 
Santa Helena 
Santa Inês 
Santo Amaro do Maranhão 
São Domingos do Maranhão 
João Batista 
São João do Carú 
São João do Paraíso 
São José de Ribamar 
São José dos Basílios
São Luís 
São Mateus do Maranhão 
São Pedro da Água Branca 
São Vicente Ferrer 
Tuntum 
Tu r i l â n d i a 
Vila Nova dos Martírios 

Vitória do Mearim 
Zé Doca

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

ANS anuncia nova suspensão de planos de saúde, que atinge 28 operadoras

A suspensão vale a partir de segunda-feira (14/1) e não deve afetar o atendimento aos atuais usuários, mas impede a inclusão de novos clientes
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou, nesta quinta-feira (10/1), a suspensão da venda de 225 planos de saúde, administrados por 24 operadoras, durante três meses. Outras quatro tiveram suspensão de todos os planos. De acordo com o órgão, a medida foi tomada já que as operadoras foram reincidentes em não atender os seus beneficiários nos prazos máximos para consultas, exames e cirurgias, previstos na Resolução Normativa nº 259.

A suspensão vale a partir da segunda-feira (14/1) e não deve afetar o atendimento aos atuais usuários desses planos de saúde, mas impede a inclusão de novos clientes. É a terceira vez que o governo federal anuncia tal medida. No relatório anterior, divulgado em outubro de 2012, foram suspensos 301 planos de 38 operadoras.

Veja relação completa das operadoras no correio brasiliense

MEC anuncia reajuste de 7,97% do piso salarial de professores


                             Imagem web
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou nesta quinta-feira (10) reajuste de 7,97268% do piso salarial de professores do ensino básico da rede pública brasileira, que abrange educação infantil e nível médio. Com o aumento, o piso salarial para os professores passa de R$ 1.451 para R$ 1.567.
O aumento é concedido com base no percentual de aumento, de 2011 a 2012, do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).
Veja a evolução do piso salarial dos professores nos últimos anos
2010R$ 1.024,67
2011R$ 1.187,08
2012R$ 1.451,00
2013R$ 1.567,00
No ano passado, o reajuste do piso salarial dos professores de educação básica e que cumprem 40 horas semanais foi de 22,22%. Portanto, o reajuste deste ano representa quase um terço do aumento ocorrido em 2012.
“Dessa vez, [a correção] não tem o mesmo impacto que a correção do ano passado, mas é um reajuste acima da inflação. O problema é que nós partimos de um patamar muito baixo de salário. R$ 1.567 é pouco mais que dois salários mínimos”, afirmou.
Leia mais no g1

ANS anuncia nova suspensão de planos de saúde, que atinge 28 operadoras

A suspensão vale a partir de segunda-feira (14/1) e não deve afetar o atendimento aos atuais usuários, mas impede a inclusão de novos clientes
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou, nesta quinta-feira (10/1), a suspensão da venda de 225 planos de saúde, administrados por 24 operadoras, durante três meses. Outras quatro tiveram suspensão de todos os planos. De acordo com o órgão, a medida foi tomada já que as operadoras foram reincidentes em não atender os seus beneficiários nos prazos máximos para consultas, exames e cirurgias, previstos na Resolução Normativa nº 259.

A suspensão vale a partir da segunda-feira (14/1) e não deve afetar o atendimento aos atuais usuários desses planos de saúde, mas impede a inclusão de novos clientes. É a terceira vez que o governo federal anuncia tal medida. No relatório anterior, divulgado em outubro de 2012, foram suspensos 301 planos de 38 operadoras.

Veja relação completa das operadoras no correio brasiliense
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sábado, 17 de novembro de 2012

Ministro do STF nega suspensão de reajuste para professores


O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa negou pedido de liminar (decisão provisória) de seis governadores para suspender o índice de reajuste do piso nacional de professores da rede pública, definido em lei de 2008.
O critério atual leva em conta o aumento no valor gasto por aluno no Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica). Com base nesse parâmetro, o reajuste deste ano foi de 22,22% em relação ao valor pago ano passado –o salário subiu de R$ 1.187 para R$ 1.451.
Com dificuldade para cumprir a regra, muitos Estados ainda não pagam o valor estipulado.
Em sua decisão, o ministro argumentou que o Supremo já considerou constitucional a fixação do piso para a rede pública em 2011 e que esse questionamento sobre o mecanismo de reajuste deveria ter sido feito nesta ação.
“Essa omissão sugere a pouca importância do questionamento ou a pouco ou nenhuma densidade dos argumentos em prol da incompatibilidade constitucional do texto impugnado”, disse.
Barbosa rebateu ainda tese dos governadores de que pode faltar recursos para pagar a correção. Ele sustenta que previsão legal obriga a União a complementar os recursos locais para atendimento do novo padrão de vencimentos. “Toda e qualquer alegação de risco pressuporia prova de que o governo federal estaria a colocar obstáculos indevidos à legítima pretensão dos entes federados a receber o auxílio proveniente dos tributos pagos pelos contribuintes de toda a Federação”.
Para o relator, há a judicialização precoce da questão. “Sem a prova de hipotéticos embaraços por parte da União, a pretensão dos requerentes equivale à supressão prematura dos estágios administrativo e político previstos pelo próprio ordenamento jurídico para correção dos deficits apontados”, disse.
O mérito da ação ainda será analisado pelo plenário do Supremo, mas não há previsão para ocorrer.
Os governadores defendem um novo parâmetro que permita um menor impacto nas contas públicas. Segundo a ação, a fórmula atual causa um impacto de tal forma no orçamento dos Estados que pode comprometer os demais serviços dos governos estaduais e municipais e inviabilizar investimentos.
Na ação, os Estados destacam a diferença entre o reajuste atual e o que seria aplicado com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). O INPC acumulado em 2011 foi de 6,08%.
“O sistema, por certo, retira dos entes federados todo e qualquer controle sobre seus orçamentos, cabendo a um órgão da Administração Federal, a definição dos reajustes, a partir de critérios inseguros e imprevisíveis”, diz a ação.
O documento é assinado por governadores dos Estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, Piauí, Rio Grande do Sul, Roraima e Santa Catarina. Entre eles, há apenas um petista: o governador Tarso Genro, ex-ministro da Educação.
Ao validar o piso no ano passado, o Supremo entendeu que ele deve ser composto apenas pelo vencimento básico, sem levar em consideração os benefícios adicionais, como vale-refeição e gratificações. A decisão teve origem em outra ação direta de inconstitucionalidade proposta pelos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul e Ceará.
Fonte: Folha.com